MENTIRAS PINTADAS DE VERDADE: a falácia do senso comum



MENTIRAS PINTADAS DE VERDADE:

a falácia do senso comum

Renato Frossard


Copy Right 2022. Renato Frossard Cardoso. Mentiras Pintadas de Verdade: a falácia do senso comum. English Title: Questioning Established Truths About AIDS. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil.


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MENTIRAS PINTADAS DE VERDADE:

a falácia do senso comum


Renato Frossard




Palavras Chave: AIDS, HIV, Senso Comum, Mitos e Verdades.

INTRODUÇÃO



Lá está você vivendo sua vida, a carreira está indo bem. Na educação também está tudo caminhando. A saúde está ótima e você começa a acreditar que tudo está muito bom. Até que você recebe a má notícia que você jamais sequer considerou como possibilidade ou que jamais aceitou a ideia. Você tem HIV. Esta má notícia chega devastando sua vida e abalando tudo aquilo em que você acreditava e no que se firmava até então. Você não vê saída. 


Desde que foi divulgado o primeiro caso de AIDS no mundo, essa doença, sendo verdade ou não, já vitimou muita gente e continua a vitimar através do preconceito e da intolerância. Uma pessoa que é diagnosticada como sendo portadora do vírus HIV passa a pertencer a um subgrupo denominado de SOROPOSITIVOS e passa a se sentir inferiorizada e triste. Não é fácil viver com a ideia de ter uma doença contagiosa, que pode passar para outras pessoas através de um ato tão prazeroso e íntimo como o ato sexual. 


Eu fui uma das vítimas desse tal diagnóstico, mas depois descobri que não tinha e nunca tive o tal vírus, mas que o resultado de exame que me deram era falso. Mas, até lá, eu já havia sofrido muito e passado por todo o tipo de humilhação. Hoje, dez anos depois do “diagnóstico”, continuo vivo e saudável, mas lutando contra o preconceito e os falsos defensores da saúde pública.


Essa breve reflexão visa contrabalancear verdades estabelecidas como senso comum e trazer esperança a quem, talvez, esteja passando pela mesma situação. Você verá que há muitas formas de enfrentar isso e viver uma vida saudável e feliz, e ainda com muito mais saúde e vida do que antes. Venha comigo?


Renato Frossard



MENTIRAS PINTADAS DE VERDADE

a falácia do senso comum


Renato Frossard

explosaodesaude@gmail.com



A cerca de 10 anos atrás, quando recebi um falso diagnóstico de uma doença terminal, senti que tudo em minha volta desmoronava. A princípio, entrei num processo de negação do fato de que estava com um laudo de exame laboratorial que atestava a doença. Dizia a mim mesmo: não, isto não está acontecendo, isso é um erro. Fiquei dias sem dormir, sem me alimentar. Tentava encontrar uma saída para o meu “problema” ou o que eu julgava ser um grande transtorno. Me culpava por meu descuido diante de um assunto tão falado e tão batido, e me julgava responsável por ter me permitido, por um instante, achar que poderia ser feliz e me realizar sexualmente. 


Depois daquele impacto inicial, fui em busca de auxílio médico. Mas o que os médicos tinham a me oferecer não era tão mais animador do que a simples constatação da doença, ou de eu, naquela época, realmente acreditar que tinha o vírus HIV. Eles falavam de ter que tomar um medicamento forte, que causava efeitos colaterais, e que devia ser tomado rigorosamente e criteriosamente, até o fim de meus dias. Além do mais, tratava-se de uma doença discriminada pela sociedade e, até mesmo a retirada do medicamento no posto, era alvo de preconceito. Você não podia, sequer, levar o medicamento dentro de sua embalagem original, mas tinha que descartar a mesma dentro do posto de dispensação do remédio, na tentativa de evitar que outras pessoas soubessem porque você estava ali. Mas todos já sabiam.


De qualquer forma, iniciei aquele tratamento, apesar de não me conformar de jeito nenhum que eu teria que fazer aquilo para o resto da vida, a despeito das alegações dos médicos que não havia outra forma de ficar livre da ameaça de uma doença grave e que, mesmo com o tratamento, não havia garantia de que eu teria saúde. Mas, finalmente, lembrei-me da fé que sempre havia cultivado em Deus e, apesar de saber de todas as implicações envolvidas no meio religioso e do preconceito existente neste próprio meio em relação ao HIV, decidi me voltar para Deus e para a fé, buscando uma cura para o que eu julgava ser uma ameaça real e terrível. Num primeiro momento, tratei de retornar ao meio religioso a que havia pertencido, através de um rebatismo. Cheguei até ao extremo de pensar em me relacionar com uma pessoa do sexo feminino, mesmo sendo homossexual e sabendo que eu não sentia nenhuma atração pelo sexo oposto. Mas estava deprimido, e a depressão, além de acabar com todas as minhas forças física, ainda me deixava com o pensamento confuso. Mas, graças às orações e ao tratamento com antidepressivos, consegui me sentir um pouco melhor, e tive confiança para me reerguer e crer que Deus cuidaria de tudo. O tal relacionamento já havia terminado mesmo antes de começar e eu pude colocar todo o meu foco na minha recuperação e na vitória sobre a falsa doença de que me acusavam. 


Depois de muita oração e muita luta pessoal, aceitei a ideia de que Deus havia me curado e lancei fora os medicamentos, nunca mais retornando ao posto para retirá-los, isto apenas cerca de 15 dias após ter iniciado o tal tratamento. Vivi tranquilo por cerca de dois anos, até que uma certa colega de trabalho começou a fazer terrorismos e a espalhar rumores e informações privadas para todos os colegas do local onde eu trabalhava. Na verdade, ela já havia começado estes ataques desde o dia em que recebi o resultado do exame, mas os seus ataques eram mais brandos. Nesta segunda fase, os ataques dela já eram diretos e incisivos e ela já não disfarçava. Passado algum tempo, começaram a surgir situações de conflito constantes, até que uma chefe me demitiu do setor onde eu trabalhava e os diretores resolveram me alocar em outro departamento. Eu pensava que minha vida ia ser melhor depois dessa transferência, mas mal sabia eu que os meus problemas estavam apenas começando. 


Depois de ser transferido de setor, comecei a sofrer todo tipo de ataque de preconceito contra a presença de uma pessoa que as outras acreditavam ser “portadora” do vírus da AIDS. Uma colega de trabalho dizia em altos berros que “não admitia” minha presença naquele ambiente de trabalho, e exigiu que eu fosse transferido ou demitido. Como isso não podia ser feito legalmente, ela conseguiu uma transferência para um excelente setor de trabalho dentro da Universidade Federal de Minas Gerais. Onde eu trabalhava. Outros colegas fizeram o mesmo e também conseguiram transferências. Outros começaram a dizer que eu tinha que sair do país, pois só assim eu poderia continuar a viver. E finalmente, outros me convenceram a procurar vacinas em determinados locais. Mas quando eu chegava nestes locais, não havia vacina nenhuma. Outras vezes, simplesmente aparecia um fotógrafo e tirava uma foto minha sem pedir autorização ou sem maiores explicações. Os alunos da universidade começaram a fazer bullying, pronunciando meu nome e associando-o ao vírus da AIDS. Era tudo muito terrível e humilhante. Eu me sentia devastado. Queria fugir, mas temia pela perda do meu emprego. Eu não sabia como agir. Eu não sabia aonde ir. Pensei que se eu, então, retomasse o tal tratamento com drogas, me deixariam em paz e, muito ressentido, fiz isso. Procurei novamente os médicos para retomar o tal tratamento com drogas “antirretrovirais”. Mas isso de nada adiantou, pois as perseguições e preconceito continuaram e passei a não ter privacidade para nada. 


Então, passei a não ser admitido no meu local de trabalho, nas aulas da faculdade, no shopping, em locais públicos e, por fim, nem mesmo dentro da igreja. Resolvi me afastar das atividades religiosas pois julgava que isso me traria maior tranquilidade para ser quem eu era, sem ter que dar tantas satisfações a todo o momento sobre o porque da minha depressão e tristeza, já que eu não havia relatado à igreja exatamente qual era o meu problema ou dificuldade, pelo menos não na minha igreja local. Mas a minha situação já não era mais segredo pra ninguém, apesar de as pessoas, talvez por medo de eu as acusar perante a lei, sempre alegarem não ter conhecimento de nada em relação aos fatos e ataques que eu sofria constantemente. 


Com o passar do tempo, minha indignação em relação a toda esta situação foi crescendo muitíssimo, e passei a questionar as verdades absolutas que me haviam dito os médicos. Por exemplo, me diziam que eu tinha um vírus da imunodeficiência, no entanto, minha saúde, apesar da depressão e dos constantes ataques que eu sofria, da ansiedade e do senso de inferioridade, nunca havia estado melhor, e eu havia ganhado peso, ganhado cor, e não estava mais tomando os tais remédios. Eu me revoltei contra todo aquele sistema que dizia que eu deveria por a cara na janela e gritar que “eu tinha HIV” e que jurava solenemente tomar remédios. Eu, ao contrário, coloquei a cara na janela e gritei “Eu nunca tive HIV, o HIV é uma farsa, eu não vou tomar remédios coisa nenhuma!” E desse dia em diante, nunca mais tomei os tais antirretrovirais. 


Um dia, após ter um sonho, Deus me disse que eu não tinha HIV e que eu não precisava me preocupar com isso. Passei a orar todos os dias, pedindo a Deus para me curar de todos os problemas que haviam surgido em decorrência da situação de stress em que eu vivia e por ter sido expulso da minha casa e de ter tido que entrar num ciclo frequente de mudanças de endereço. A instituição empregadora disse que não tinha nada a ver com meus problemas de moradia e me afastou das atividades laborais, à força, mesmo contra a minha vontade. Não consegui retornar mais ao trabalho depois do início da Pandemia da COVID 19, em 2020. Felizmente, apesar de ter saído na rua todos os dias da Pandemia, não tive COVID e não adoeci. Eu saía por necessidade, pois estava sendo alvo frequente de ataques e, apesar de ter levado o fato ao conhecimento de meus chefes, eles não se sensibilizaram e não permitiram que eu cumprisse minha jornada de trabalho dentro das dependências da universidade. Então, passei a lutar com tudo que eu tinha, com o karatê-do, que é minha arte marcial, e passei a fazer musculação e ginástica, a caminhar, a pedalar, a dançar e a meditar todos os dias, praticando a autocura. Em todo esse tempo, os médicos nunca me deram, sequer, um soro para reidratação. Sempre que fui a consultas médicas com outros especialistas, os exames todos deram negativos para todos os tipos de doenças que eles procuravam investigar, só atestando uma leve alteração nos índices glicêmicos e de pressão sanguínea. Tive também oscilação nos batimentos cardíacos, por conta da extrema ansiedade a que eu estava sendo submetido. Mas nunca, nenhuma contaminação ou problema de saúde foi identificado pelos exames. Também não me foi prescrita nenhuma medicação para o controle da pressão alta. Apenas foi prescrita medicação para o coração e para o controle da ansiedade, por médicos cardiologistas e por psiquiatras. Também parei de me referir a HIV em consultas médicas, já que abandonei totalmente a crença nesta doença e abandonei totalmente a ideia de que eu a tivesse. 


Não me tornei uma pessoa santa ou perfeita por causa da minha decisão de lançar sobre Deus as minhas ansiedades, mas passei a aceitar a minha imperfeição. Passei a questionar certas verdades absolutas como a alegação de que, se eu não tomasse remédios, morreria. Eu passei  a pensar em todas as pessoas que eu havia visto morrer depois que recebi aquele falso exame e de tantas pessoas que faleceram de covid. Eu passei  a pensar em quanta gente morreu de acidente ou vítimas de assassinato. Pensei também que eu poderia morrer de qualquer forma, vítima de um ataque cardíaco, acidente vascular cerebral ou qualquer outra razão, agravada pela constante ansiedade que eu sofria, se eu não aprendesse a desligar o meu cérebro e me despreocupar. Então chutei tudo pro alto e procurei tratar de minha saúde de uma forma verdadeira: através da nutrição, do exercício físico, da meditação e oração, do pensamento positivo, da fé, da teimosia e de todas as formas que eu conhecia e passei a conhecer sobre medicina holística e métodos alternativos de saúde. 


Me tornei uma pessoa mais forte, mais confiante e destemida. Passei a tratar as pessoas com mais cordialidade e a encorajá-las a crer no impossível, mesmo em meio a um impasse ou em face de um diagnóstico terminal. Nunca mais fiquei deprimido, passei a sorrir e a rir de tudo. Passei a fazer piada com a própria ideia da morte, não perseguindo-a, mas aceitando-a como algo inevitável para o ser humano. Passei a procurar viver, cada dia, uma vida mais pacífica e menos centrada na preocupação com adoecimento ou morte. 


Através da pesquisa e do pensamento filosófico, concluí que, na verdade, o vírus HIV nunca existiu, mas trata-se de um construção sociocultural, cunhada por alas mais conservadoras da sociedade para explicar um suposto adoecimento em massa, ocorrido principalmente entre membros da comunidade LGBT. A crença no vírus logo se espalhou, causando pânico e mais mortes. A pessoa recebia o “diagnóstico”, que na verdade não prova nada, e acreditavam nele, passando então um processo autodestrutivo. Elas se deprimiam, paravam de se alimentar, procuravam então a medicina que fazia experimentos com elas, por não saberem como tratar o suposto problema que era, na verdade, nada mais que uma depressão profunda, ansiedade, desidratação e desnutrição. A ciência, até hoje, tenta sustentar que a AIDS é causada por vírus, ignorando evidências empíricas de que muitos gays, até mesmo os que praticam sexo desprotegido, têm vivido cada vez mais e  com maior qualidade de vida, mesmo os que não ingerem os tais medicamentos antirretrovirais. Eu, no entanto, preferi adotar um modo de vida mais cauteloso e menos arriscado, mantendo o uso de preservativo e, na verdade, não praticando grandes loucuras sexuais, embora muitas vezes tenha sido encorajado a fazê-lo, por pessoas que parecem torcer para o adoecimento da pessoa que foi atestada como tendo o tal vírus por exame de laboratório. Elas grudam na pessoa, falando coisas fantasiosas e assustadoras sobre a água que a pessoa bebe, sobre a comida que ela come e procurando causar pânico na pessoa com qualquer probleminha que surge em sua saúde, como uma queimadura química na língua ou um dente cariado. Elas dificultam a pessoa buscar tratamento médico para problemas reais que ela enfrenta como colesterol ou pressão alta, tudo isso para sustentar que ela tem AIDS e que, se ela morrer por qualquer outro motivo, ela morreu em decorrência da AIDS. 


Hoje em dia, estas coisas me causam grande indignação pois percebo que milhares de pessoas perderam a vida para a depressão ou pra outras doenças, simplesmente porque a sociedade em geral aceita a ideia da AIDS como sendo uma verdade absoluta, um senso comum, negando as evidências empíricas de que tudo não passa de um criação fantasiosa. Até mesmo entre a ala científica, há grandes nomes da ciência que negam a existência do vírus ou, quando não negam sua existência, negam o seu potencial de causar doença, considerando-o apenas um vírus passageiro. E a doença da AIDS acaba sendo muito mais cultural do que patológica, pois a vítima do falso exame passa a ser rejeitada no mercado de trabalho, na faculdade, na igreja e em todos os lugares que normalmente frequentava. Isso é devastador e pode até causar a morte da pessoa, sem que ela sequer tenha algum problema real de saúde. Por exemplo, no começo, quando eu ainda estava em dúvida, as pessoas me discriminavam até mesmo por eu comer um prato de espaguete ou por treinar kung-fu. Eu não podia nem beber água que as pessoas falavam que eu estava achando que a água ia curar o HIV. Ora, pois, hoje em dia, eu sei que a AIDS que os médicos falam, pode não passar de desidratação. A pessoa vai pro hospital, toma soro na veia e fica melhor. Não existe um vírus causador de imunodeficiência, na minha opinião. Mas não estou dizendo que as pessoas devem parar de usar preservativos ou de se protegerem de todas as formas, pois existem muitas doenças reais que podem inclusive matar. Eu só acredito que ninguém deve ter medo da AIDS ou se sentir inferior porque teve um diagnóstico positivo desse vírus. Se a pessoa acredita que o HIV existe, pode seguir os métodos tradicionais ou pode escolher uma abordagem holística de tratamento. Pode e tem direito de recorrer à sua fé e de crer na cura divina como outras pessoas creem em relação a outros problemas como o câncer ou pressão alta. Só porque as pessoas acreditam que o HIV é algo contagioso, não lhes dá o direito de impedir alguém a crer que o seu DEUS pode resolver o seu problema.


Eu escolhi viver. Eu escolhi não me preocupar. E eu desafio qualquer vírus a me causar AIDS, já que não acredito na existência desta doença. Pelo menos não motivada por vírus. A AIDS pode sim ocorrer por causas químicas, por motivo de depressão e ansiedade, pela ocorrência de um câncer ou diabetes, ou até mesmo por insuficiência renal grave. Mas a AIDS ou SIDA, certamente não é causada por nenhum vírus. O maior vírus da humanidade, na verdade, o que mais mata e maltrata pessoas, ainda é o  vírus da desinformação, do preconceito e da intolerância. 


DEUS CURA! DEUS CURAVA! DEUS CONTINUA CURANDO! DEUS CURA!


DEUS CURA GAYS, DEUS CURA PECADORES E PERVERTIDOS, DEUS CURA SANTOS E DEUS CURA GENTE PERFEITA, DEUS CURA GENTE PECADORA E IMPERFEITA. 


DEUS CURA VOCÊ AGORA, ONDE VOCÊ ESTIVER. VOCÊ NÃO PRECISA SER SANTO!


DEUS TE AMA, DEUS TE AMOU, DEUS TE AMARÁ, DEUS TE AMA!


RECEBA SUA CURA!


Renato Frossard

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